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Com o andamento do processo movido pelo Departamento de Justiça (DoJ) dos EUA contra o Google, surgiram novas informações sobre uma importante transação entre a empresa de comunicação e a Apple.
De acordo com relatórios do processo sobre a acusação de monopólio nos serviços de busca na internet, a gigante da comunicação desembolsou mais de R$ 100 bilhões para a Apple.
O valor em questão teria garantindo a posição do Google como buscador padrão do Safari. Firmado em 2022, tal acordo deve reforçar as provas para acusação de monopólio.
A acusação do DoJ contra o Google é de setembro do ano passado, com previsão de julgamento em dez semanas. Entretanto, as argumentações ocorrerão em dois dias, enquanto a decisão final é esperada para o final de 2024.
Os documentos revelam que a Alphabet (empresa do grupo Google) pagou US$ 20 bilhões à Apple para manter o serviço de busca como padrão no Safari, excluindo opções como Bing e Yahoo.
Como os aparelhos da Apple são os mais populares entre os estadunidenses, tal acordo comercial reforça ainda mais a tese de monopólio por parte do Google.
Além do Estados Unidos, o Google enfrenta um impasse com o Japão sobre o monopólio em lojas digitais.
O governo do país propôs uma lei que obriga as empresas a obedecerem a um novo conjunto de regras para evitar o abuso de suas posições dominantes no mercado móvel.
A ação iniciada no final de 2023 é muito parecida com outra movida pela Epic Games referente ao monopólio das lojas digitais pela Google e Apple.
Através dela, ambas as empresas terão que aceitar um novo conjunto de regras que amplia o acesso ao comércio de produtos e serviços por parte de outras empresas.
A Comissão de Comércio Justo será encarregada de aplicar o novo conjunto de regras, supostamente encerrando o monopólio da Apple nos dispositivos iOS e da Google no Android.
*Com imagens dos sites Bloomberg e Yahoo Finances